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CARLOS SOUSA E O DUSTER NO DAKAR: A DESISTÊNCIA INGLÓRIA!

Uma das mais duras edições da história Dakar foi também madrasta para as aspirações de Carlos Sousa no Duster da Renault Sport Argentina. O piloto português foi obrigado a desistir na ligação para a 8ª etapa, na sequência de uma fuga de óleo no radiador. Um problema detetado na especial de ontem, mas impossível de resolver pela equipa, pelo facto de, nas etapas-maratona, só os pilotos estarem autorizados a fazer reparações e pelos seus próprios meios. Uma desistência inglória, face à determinação e perseverança com que a formação do Duster, com o número 315 nas portas, ultrapassou a primeira semana de prova.


As estórias de drama no Dakar 2018 são diárias e hoje o dia fica marcado pela desistência do Duster de Carlos Sousa. Um desfecho insólito para a máquina e raro para o piloto. Com efeito, este é o primeiro ano, desde a estreia em 2013, que um Duster não chega ao pódio final do mais duro rali do mundo. Por sua vez, este foi apenas o quarto abandono do português, em 18 participações!

 

A desistência consumou-se na ligação para a 8ª etapa, a escassas centenas de metros da partida para o troço cronometrado. «Foi quando constatámos que a fuga de óleo no radiador era maior do que pensávamos», explica Carlos Sousa. «O Duster perdera três litros de óleo, em apenas 30 quilómetros. Com 500 quilómetros de ‘especial’ pela frente, é evidente que íamos ficar pelo caminho com o motor partido. Por isso, para evitarmos males maiores, em conjunto com a equipa, tomámos a decisão de abandonar. Um problema que já tínhamos diagnosticado ontem, mas como se tratava de uma etapa-maratona (com assistência proibida), não conseguimos fazer a reparação com os nossos próprios meios.»

 

Depois do esforço e determinação que foram necessários para superar a dureza da primeira semana, Carlos Sousa admite que «esta desistência tem um sabor ainda mais amargo. Mas, a verdade, é que a edição deste ano já fez um número incrível de vítimas, até mesmo entre os candidatos à vitória das diferentes categorias.»

 

O que o português também lamenta é que «nunca tenha tido uma etapa isenta de percalços, pois gostava de ter demonstrado o verdadeiro potencial do Duster. Aliás, já o disse na etapa de descanso, mas repito a ideia: com um bom programa de desenvolvimento e de testes, e com o envolvimento da ‘casa mãe’, não tenho dúvidas que o Duster pode ser um futuro candidato à vitória do Dakar.»

 

A dupla Carlos Sousa/Pascal Maimon ocupava a 23ª posição da geral quando foi obrigada a desistir do Dakar 2018. Como melhor resultado em etapas, o 13º lugar conquistado na 4ª etapa. «Teria sido possível fazer melhor nalguns dias, não fossem alguns ‘atascanços’, um ou outro percalço técnico e uma ou outra dificuldade de navegação. Mas também teria sido importante eu realizar mais do que um simples ‘shakedown’ antes da prova, até para tentar readquirir o ritmo perdido em dois anos de ausência das competições.»

 

Para terminar, um desejo e um sentido agradecimento: «Que a Renault ‘casa mãe’ olhe para este projeto do Duster como uma excelente base para um futuro envolvimento oficial da marca. Repito: o potencial do Duster é enorme! Só precisa do apoio e envolvimento oficial da marca para ser ganhador. Mas também quero agradecer a confiança que a Renault Sport Argentina depositou em mim, o empenho de todo o Duster Dakar Team, o trabalho e a amizade do Pascal (o meu navegador), o apoio da Renault Portugal em acolher e divulgar o projeto, bem como as manifestações de carinho e de incentivo que recebi, seja por telefone, mas também na minha página no Facebook. Muito obrigado a todos! Não tenho palavras para exprimir o que sinto…»

 

 


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CARLOS SOUSA E O DUSTER NA 7ª ETAPA DO DAKAR: PILOTO DURANTE O DIA E MECÂNICO À NOITE!

Quando os portugueses estiverem reunidos à mesa, Carlos Sousa está a partir para o oitavo dia do Dakar. Às 13h32, o almadense desafia a segunda metade da etapa-maratona, ao volante do Duster que não recebeu assistência ‘pesada’ no final da ‘especial’ de ontem. Ou seja, o piloto nacional e o navegador fizeram de mecânicos até ao início da madrugada em Portugal. Um esforço suplementar, depois de mais uma etapa não isenta de percalços, mas onde, ainda assim, estabeleceram o 23º melhor tempo – ocupam resultado idêntico na classificação geral.


Piloto durante o dia e mecânico à noite. Ontem, foi assim o dia de Dakar de Carlos Sousa. Depois de 425 quilómetros cronometrados bastante duros e de mais 301 em ligações, o português e o francês Pascal Maimon (o seu navegador), foram obrigados a horas extraordinárias no bivouac situado na cidade boliviana de Uyuni. Afinal, tratou-se de uma etapa-maratona, o que na terminologia do Dakar equivale a dizer, uma ‘especial’ com proibição de assistência ‘pesada’ no final. Os dois estiveram de volta da caixa de ferramentas, procurando curar algumas feridas do Duster, naturais face à dureza e altitude das pistas bolivianas. Mais um dia à ‘Dakar’, já um clássico para os resistentes da edição 2018…

 

Era já madrugada adiantada em Portugal, quando Carlos Sousa deixou o bivouac do final da 7ª etapa para umas curtas, mas merecidas horas de descanso. «Quase seis horas de sono. Um luxo!», confessa o piloto, minutos depois do despertador ter tocado. «Ontem foi mais um dia bastante difícil. Aliás, as pessoas não imaginam o quanto está a ser duro este Dakar. No início da etapa imprimimos um ritmo forte, rodando a um minuto e pouco dos pilotos que fechavam o top-10. Mas numa zona de areia encontrámos alguns Toyota atascados e saímos da pista para os contornar. Não foi a melhor solução! Atascámos várias vezes e perdemos algumas dezenas de minutos. Quando conseguimos retomar a pista, decidimos prosseguir a um ritmo mais moderado. As pressões de pneus não eram as mais adequadas e os pisos estavam duríssimos, até pelo facto dos primeiros camiões já rodarem à nossa frente».

 

Quando chegaram ao bivouac e já de volta da caixa de ferramentas, Carlos Sousa e Pascal Maimon descobriram uma fuga de óleo no Duster: «Não conseguimos detetar a origem, pois só com os nossos meios, não conseguimos tirar a muita areia e lama acumuladas na mecânica. Tanto pode ser do motor, como da direção assistida. Tentámos tudo para perceber, mas não conseguimos. Por isso, hoje vamos partir com uns bons litros de óleo no carro para tentarmos chegar ao final da etapa. O objetivo vai ser ‘apenas’ esse, não temos alternativa. E não vai ser fácil, porque se perspetiva mais um dia muito difícil.»

 

Apesar dos contratempos, ontem, a dupla Carlos Sousa/Palcal Maimon estabeleceu o 23º melhor tempo da sétima etapa, a 2h02m16 dos mais rápidos, ocupando posição idêntica na classificação geral.

 

O dia de amanhã

Domingo, 14 de janeiro/8ª Etapa (Uyuni/Tupiza) – 584 km (SS: 498 km)

A segunda parte da etapa-maratona é também a que dispõe da especial cronometrada mais longa de todo o rali. Não fosse isso um desafio já de si complexo e as equipas ainda terão que enfrentar mais um duro teste nas dunas, desta feita, a 3500 metros de altitude. Se há etapa seletiva onde se poderá começar a preconizar o nome do vencedor é esta.

 

 


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CARLOS SOUSA E O DUSTER NA 6ª ETAPA DO DAKAR: UMA ETAPA TRANQUILA, COM O 18º MELHOR TEMPO DO DIA!

Depois de cinco etapas pródigas em dramas, o sexto dia do Dakar foi relativamente calmo, sendo marcado pela despedida do Peru e a entrada na Bolívia. O português Carlos Sousa, aos comandos do Duster, foi o 18º mais rápido nos 313 quilómetros cronometrados da especial e ascendeu ao 25º lugar da classificação geral. Hoje, (sexta-feira), o Dakar cumpre o tradicional dia de descanso na cidade de La Paz.


Seis dias e mais de três mil quilómetros depois da partida na cidade peruana de Lima, a chegada à Bolívia para o tradicional e tão desejado dia de descanso. O Dakar chegou a meio… Se a dureza e o grau de dificuldade dos percursos têm sido bem retratados em imagens e testemunhos, também há números que reforçam essa ideia. No caso de Carlos Sousa, a primeira semana representou qualquer coisa como 25h56m09s de tempo em especiais. Isto, para além do tempo que esteve ao volante do Duster para realizar os quase 1.700 quilómetros de ligações. É o Dakar! Um incontornável desafio para pilotos e máquinas. 40 anos depois, ainda uma grande odisseia.

 

A sexta etapa foi marcada pela despedida do Peru e a entrada na Bolívia. Um dia longo em extensão, com Carlos Sousa a chegar ao bivouac, na cidade de La Paz, já madrugada em Portugal. «Mas foi uma especial sem problemas», sublinha. «Passámos de situações extremas de areia e de muito calor, para outras condições também bastante difíceis: altitude, chuva e muito barro. Depois das dificuldades vividas nos cinco primeiros dias, não corremos riscos. Viemos a descobrir o comportamento do Duster nessas condições e só é pena que a relação da caixa de velocidades se continue a revelar muito ‘curta’, pois nas zonas rápidas estamos em desvantagem.»

 

Ainda assim, Carlos Sousa foi o 18º piloto mais rápido do dia. «Sobretudo na segunda parte da etapa, já na Bolívia, imprimi um ritmo mais forte. Aliás, nessa segunda metade do percurso estivemos perto do top-10. Mas ninguém pode negar que o Dakar 2018 não é apenas dos mais difíceis dos últimos anos. É, também, dos mais competitivos, com um plantel de pilotos e de automóveis de enorme valor.»

 

Em função dos percalços de que foi vítima ainda no deserto peruano, Carlos Sousa tem consciência que «vai ser impossível alcançar o resultado a que nos propusemos no início da prova. Apesar de tudo, estamos determinados em chegar ao fim e, nas etapas que forem mais favoráveis ao Duster, tentarmos surpreender. Vamos ver como correm os próximos dias, mas o mais importante é que ainda cá estamos. Agora é aproveitar o dia de descanso para retemperar forças e preparar o Duster para os desafios que se seguem.»

 

Na sequência do 18º tempo, a 29m48 do mais rápido, conquistado na sexta etapa, a dupla Carlos Sousa/Pascal Maimon ascendeu ao 25º lugar da classificação geral. Hoje, cumpre-se o tradicional dia de descanso. Para o português, é tempo de recuperar as energias. Afinal, ainda há oito dias de competição pela frente, disputados entre a Bolívia e a Argentina.

 

O dia de amanhã

Sábado, 13 de janeiro/7ª Etapa (La Paz/Uyuni) – 726 km (SS: 425 km)

Cruzando a fronteira e nesta etapa pilotos e navegadores mudam o “chip”, passando a ter que conviver secções diárias mais longas e trilhos de velocidade mais abundantes, com as dunas a desaparecerem da paisagem. Nesta etapa-maratona, terão que gerir o ritmo, pois qualquer passo em falso pode levar ao abandono, uma vez que não haverá assistência no final.

 

 


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CARLOS SOUSA E O DUSTER NA 5ª ETAPA DO DAKAR: DEMONSTRAÇÃO DE PERSEVERANÇA E DETERMINAÇÃO!

Em 40 anos de história, nunca o Dakar teve um início com tanto drama. A dureza e as dificuldades do deserto peruano fizeram inúmeras vítimas em toda a caravana, candidatos à vitória incluídos. Carlos Sousa esteve para engrossar a lista de desistências, mas o português fez questão de vencer todas as adversidades, levando o Duster até ao final da 5ª etapa, ainda que perdendo 5h36m49s para o mais rápido do dia. Com este resultado, o piloto caiu para o 26º lugar da classificação geral, mas o Dakar ainda nem chegou a meio…


Não há memória de um Dakar como o deste ano. O dia de despedida do Peru fica marcado por inúmeros problemas e desistências. Há quem diga que as dunas que fizeram parte da especial foram das mais difíceis da história do Dakar (África incluído). Depois do brilhante 13º lugar conquistado na etapa da véspera, Carlos Sousa viveu hoje o inferno e a desistência chegou a estar na mente do piloto.

 

Logo nos quilómetros iniciais da especial, Carlos Sousa chegou a ter a companhia de pilotos como Sébastien Loeb, Cyril Despres, Giniel de Villiers, entre outros, num ‘atascanço’. «Era uma zona muito, mas mesmo muito difícil, mas de onde até conseguimos sair sem perder muito tempo. O problema foi ao quilómetro 20, quando ficámos apenas com tração traseira no Duster. A partir daí, os ‘atascanços’ foram sucessivos e optámos por parar. Ficámos à espera de um camião que transportava peças e ao fim de umas horas lá conseguimos fazer a reparação, em mais um excelente trabalho do Pascal (o navegador).»

 

Carlos Sousa confessa que, «até ao final da etapa, o espírito dentro do carro não era o melhor. Estávamos cansados e desanimados, mas decidimos ir até ao fim», numa demonstração de enorme perseverança, determinação e profissionalismo.» Mas como admite o português, «é claro que nos passou pela cabeça desistir. As hipóteses de conquistar um bom resultado esfumaram-se. Mas depois de termos superado uma etapa como a de hoje e, no fundo, todos estes dias, temos de continuar. Hoje, no controlo final, recebemos imensas mensagens de apoio, o que nos deu imenso ânimo. Por isso, não vamos desistir e como ainda nem sequer estamos a meio da prova, vamos tentar surpreender nas etapas que forem mais favoráveis ao Duster.»

 

Com as 5h36m49s perdidas na especial de hoje, Carlos Sousa desceu para o 26º lugar da classificação geral. As hipóteses de conquistar um bom resultado são bastante reduzidas, mas o português está determinado em continuar a vencer aquela que, certamente, ficará para a história como uma das mais duras e difíceis edições do Dakar. Pior sorte teve o colega de equipa do Duster Dakar Team, uma vez que Emiliano Spataro nem sequer chegou a partir para a especial de hoje, devido aos danos irreparáveis no Duster, depois de um acidente na etapa de ontem.

 

A etapa de amanhã

Quinta-feira, 11 de janeiro/6ª Etapa (Arequipa/La Paz) – 758 km (SS: 313 km)

O Dakar troca o Peru pela Bolívia e com a troca vêm novos desafios. O deserto dá lugar à montanha e as pistas tornam-se mais rápidas. A partida para o segundo sector cronometrado far-se-á nas margens do Lago Titicaca e com a entrada no Altiplano boliviano e a navegação a 2500 metros acima do mar aparecem as primeiras dificuldades com a altitude.

 

 


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CARLOS SOUSA E O DUSTER NA 4ª ETAPA DO DAKAR: BRILHANTE 13º LUGAR E JÁ NO TOP-15 DA CLASSIFICAÇÃO GERAL!

O português Carlos Sousa esteve em grande nível na 14ª etapa do Dakar, com o piloto do Duster a ser o 13º mais rápido nos 330 quilómetros da especial. Com este resultado, o almadense recuperou desde o 26º até ao 15º lugar da classificação geral. Amanhã, o deserto de Tanaca é um dos desafios que tem pela frente, naquele que será o dia de despedida do Peru, antes da entrada na Bolívia.


Mais um dia de Dakar marcado por uma extrema dureza, com muitas estórias de drama para contar, mas também de alegrias… Se, ontem, Carlos Sousa desabafava que ainda não tinha conseguido uma etapa “limpa” de azares, ao quarto dia, o piloto do Duster ficou a escassos 13m18s do top-10. Um excelente resultado para o português que lhe permitiu ascender ao 15º lugar da classificação geral.

 

«Estou contente, claro», começa por sublinhar Carlos Sousa no final da 4ª etapa. «Este foi o dia mais duro desde que partimos de Lima. Uma especial muito dura e difícil, tal como aprecio. Com muitas dunas, com muito ‘fesh-fesh’ e algumas travessias de rios com muitas pedras. O Duster resistiu a tudo e o Pascal (Maimon) fez um excelente trabalho ao nível da navegação».

 

Ainda assim, Carlos Sousa admite que não foi um dia isento de percalços, mas num Dakar com um começo tão duro e difícil como o da edição deste ano, se calhar esse desejo é uma utopia… «Ao quilómetro 40 partiu-se o coletor de escape e, por causa disso, o motor perdeu alguma potência. Por estarmos no deserto, optámos por baixar ainda mais a pressão dos pneus e a opção revelou-se bastante acertada, pois ultrapassámos as dunas com uma extraordinária eficácia.» Mas o quarto dia no Dakar também ficou marcado por «um furo e um pequeno ‘atascanço’ quando vi um motard caído a precisar de assistência.»

 

Incidentes típicos do Dakar, ainda para mais em especiais tão duras como as que se estão a disputar no Peru. Uma das vítimas do dia foi precisamente Emiliano Spataro, o colega de equipa de Carlos Sousa. O argentino ainda não chegou ao final da etapa, por ter partido a suspensão dianteira do Duster, na sequência de um toque. Com o 13º melhor tempo obtido hoje, Carlos Sousa ascendeu ao 15º lugar da geral, sendo o mais bem classificado do Duster Dakar Team.

 

A etapa de amanhã

Quarta-feira, 10 de janeiro/5ª Etapa (San Juan de Marcona/Arequipa) – 932 km (SS: 267 km)

Esta etapa marcará a divisão entre motos/quads e autos/camiões, que terão parte do percurso diferente. As equipas pisarão a areia de Tanaca, tendo que ultrapassar uma seletiva montanha de dunas com cerca de 30 km. A ligação será longa e são previsíveis atrasos na chegada ao bivouac.

 

 


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CARLOS SOUSA E O DUSTER NA 2ª ETAPA DO DAKAR: PERCALÇOS NATURAIS DE UMA ESPECIAL À "DAKAR"!

O português Carlos Sousa foi o 25º mais rápido da segunda etapa do Dakar. O resultado possível para o almadense, face aos cerca de três quartos de hora perdidos a mudar uma rótula da direção e ao sobreaquecimento do combustível do Duster nos últimos 100 quilómetros da especial. Menos má é a notícia que acabou de chegar: o piloto foi ‘apenas’ penalizado em 20 minutos e não em duas horas como, erradamente, a organização assim decidiu ao início desta madrugada em Portugal, por ter falhado um dos “waypoint” da etapa de abertura.

 

O dia de hoje começou com um forte sentimento a injustiça para Carlos Sousa: «Ontem à noite recebi a informação de que ia ser penalizado não em 20 minutos, mas sim em duas horas, por ter falhado um dos “waypoint” da especial de abertura. Uma tremenda injustiça porque, na realidade, o “waypoint” que falhei estava associado a uma penalização de 20 minutos e não de duas horas. Parece mentira, mas a verdade é que se trata de um erro da organização.» Um engano que acabou de ser assumido pela ASO, não comprometendo assim as aspirações do piloto do Duster.

 

Mas apesar de ainda ter partido para a segunda etapa com a informação da penalização de duas horas, o português começou «determinado em impor um bom ritmo, evitando as muitas armadilhas do percurso – impressionante o número de carros acidentados que vimos ao longo da especial.» O piloto do Duster rodava perto do top-20 quando «uma rótula de direção cedeu e fomos obrigados a substituí-la em pleno deserto. O Pascal (Pascal Maimon, o navegador) fez um excelente trabalho, mas perdemos cerca de três quartos de hora com a reparação.»

 

Quando retomou a prova, a dupla do Duster procurou efetuar a recuperação possível: «Ultrapassámos vários pilotos e gostei do comportamento do Duster. Nas zonas mais rápidas fomos penalizados pela ‘curta’ velocidade de ponta e, nos 100 quilómetros finais, perdemos tempo com as falhas da bomba de combustível, talvez devido a uma menor qualidade da gasolina. Mas a equipa está a analisar o problema, para que a situação não se volte a repetir.»

 

Em resumo, Carlos Sousa considera que «foi uma verdadeira etapa de Dakar. Extensa, com deserto cheio de armadilhas e com muita navegação. Está a ser um Dakar fértil em percalços para todas as equipas, mas também se confirma que o nível competitivo é muito forte, tanto em qualidade, como em quantidade»

 

Quanto ao Duster, com os quilómetros que está a acumular, Carlos Sousa admite que «começo a ficar com uma ideia dos pormenores em que é possível melhorar, até para o adaptar ao meu estilo de condução. Mas para além de pequenos detalhes, o mais importante é mesmo conseguir montar uma caixa de velocidades com relações mais ‘longas’, para podermos ter mais velocidade de ponta.»

 

No seio do Duster Dakar Team, para além do 25º tempo da dupla Carlos Sousa/Pascal Maimon na segunda etapa, destaque para o 18º tempo de Emiliano Spataro. O argentino ocupa posição idêntica em termos de classificação geral, enquanto o português é o 29º da geral, já com a penalização de 20 minutos da etapa inaugural.

 

A etapa de amanhã

Segunda-feira, 8 de janeiro/3ª Etapa (Pisco/San Juan de Marcona) – 502 km (SS: 295 km)

 

É aqui que o Dakar deverá começar a “aquecer”. Os principais desafios do dia encontrar-se-ão fora de pista, num “chott”, mas também no coração dos “canyons”. Se para os mais experientes será apenas mais uma etapa, para os estreantes será um duro teste de nervos.

 

 


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CARLOS SOUSA E O DUSTER NA 1ª ETAPA DO DAKAR: OS PRIMEIROS PROBLEMAS DE NAVEGAÇÃO!

A exemplo do que aconteceu com muitos outros pilotos, a navegação foi o grande adversário de Carlos Sousa na etapa inaugural do Dakar. O piloto do Duster estabeleceu o 30º melhor tempo na especial de 31 quilómetros disputada entre as cidades peruanas de Lima e Pisco, mas sabe que vai receber uma penalização de 20 minutos, por ter falhado a passagem de um “waypoint”. Amanhã, o piloto do Duster já tem pela frente uma das mais difíceis etapas da prova, com 267 quilómetros marcados pela travessia das dunas.

 

Pela primeira vez na sua história, o Dakar começou com as dunas peruanas e, com isso, os primeiros problemas de navegação. O piloto nacional foi uma das vítimas da etapa de abertura: «Perdemos pelo menos dois minutos à procura de um ‘waypoint’ e falhámos outro. Por isso, já sabemos que vamos receber uma penalização de 20 minutos. É o Dakar! Daqui para a frente só pode correr melhor», desabafa Carlos Sousa.

 

Sem o tempo perdido no dia de hoje, o português está certo «de que teria sido possível estabelecer um tempo entre os 20 mais rápidos. Gostei do Duster, mas estamos com uma relação de caixa muito ‘curta’, que nos penaliza bastante na velocidade de ponta. Mas vamos ver se a equipa tem uma solução diferente para os próximos dias.»

 

Apesar das dunas e das dificuldades de navegação sentidas, Carlos Sousa considera que «a etapa inaugural hoje foi apenas um pequeno aperitivo do que será o Dakar. Mais uma vez, uma prova muito dura e desgastante para mecânicas e pilotos. E amanhã já temos pela frente um dos maiores desafios: 267 quilómetros, muitos deles disputados em dunas. Um dia, teoricamente, ainda mais difícil em termos de navegação.»

 

Hoje, a dupla Carlos Sousa/Pascal Maimon estabeleceu o 30º melhor tempo na primeira etapa do Dakar 2018, enquanto Emiliano Spataro, o colega de equipa, foi o 35º mais rápido do dia, a 1m42s do piloto nacional. No entanto, o português ainda sofrerá uma penalização de 20 minutos por ter falhado um dos “waypoint” da etapa.

 

A etapa de amanhã

Domingo, 7 de janeiro/2ª Etapa (Pisco/Pisco) – 278 km (SS: 267 km)

 

A etapa preparada para Pisco pela ASO inclui 90% de pistas, revelando-se, desde logo, um excelente exercício de navegação que colocará à prova a capacidades dos navegadores. O facto de os carros arrancarem antes das motos criará dificuldades acrescidas às equipas, que enfrentam, apesar de tudo, poucos riscos de se perderem, mas muitos de não conseguirem ser rápidas nos “canyons” dos primeiros 40 km da especial e nas dunas seguintes.

 

 


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CARLOS SOUSA A 24 HORAS DE SE ESTREAR COM O DUSTER NO DAKAR: "ESTOU MUITO EXPECTANTE E CURIOSO"

Com o número 315 nas portas do Duster, Carlos Sousa estará amanhã (sábado) à partida da edição 2018 do Dakar. O português admite estar “muito expetante e curioso” com este regresso ao mais duro e apaixonante rali do mundo. Afinal, para além de se estrear com o Duster e de ter um novo navegador, há dois anos que está afastado das competições. Mas apesar dos condicionalismos, o piloto de Almada sonha com um resultado final entre os dez primeiros. O Dakar 2018 decorrerá entre amanhã e o dia 20 de janeiro, com passagem pelo Peru, Bolívia e Argentina.

 

Como manda a tradição, os primeiros dias de janeiro são marcados pelas emoções do Dakar. A partida para a 40ª edição está marcada para amanhã (sábado), na cidade peruana de Lima. Será a primeira de 14 etapas e 15 dias (um para descanso), num total de 8793 quilómetros, 4329 dos quais disputados ao cronómetro (para os automóveis). Um verdadeiro teste de resistência para as mecânicas, mas também para a capacidade física e psicológica de pilotos e navegadores.

 

A 24 horas de partir para o seu 18º Dakar, Carlos Sousa admite estar “muito expetante e curioso” em relação ao que poderá fazer. O português recorda que “há pouco mais de três meses nem sequer sonhava com este regresso. Estava sem correr desde 2016, quando recebi um telefonema a convidarem-me para participar no Dakar aos comandos de um Duster”.

 

O português integra a equipa oficial da Renault Sport Argentina (a gama Dacia é comercializada neste país sob a marca Renault). Equipados com um motor V8 da Aliança Renault-Nissan, com 390 cavalos de potência, os Duster querem ser uma das surpresas da prova, beneficiando da experiência e da rapidez dos dois pilotos da equipa: Carlos Sousa e o argentino Emiliano Spataro.

 

O sonho de um resultado no top-10!

O piloto nacional acredita que “é possível sonhar com a conquista de um resultado final entre os dez primeiros. Nas edições anteriores, o Duster mostrou que pode surpreender, mas claro que o Dakar é sempre o Dakar. Muito duro e difícil, fértil em imponderáveis e uma verdadeira lotaria. Para além disso, mais uma vez, com uma lista de participantes de luxo, com muitos pilotos talentosos inseridos em estruturas com grandes meios.”

 

Mas apesar do otimismo em conquistar um lugar no top-10 pela 12ª vez na sua carreira, Carlos Sousa está consciente dos condicionalismos associados à sua participação: “Vai ser a minha prova de estreia com o Duster, vou estrear um novo navegador (o francês Pascal Maimon, vencedor da prova em 2002) e há dois anos que estou afastado das competições. Para além disso, só fiz um teste com a equipa e muito curto. Ou seja, motivos suficientes para ter uma estratégia bem definida: muita contenção nas primeiras etapas e, a partir daí, se houver condições e se se justificar, imprimir um ritmo forte.”

 

As dunas das primeiras etapas podem ser um aliado

Como a edição deste ano do Dakar começa logo com as dunas do Peru, Carlos Sousa acredita que “isso pode ser uma vantagem para mim. Se a prova começasse com percursos tipo rali, estou certo que ia perder muito mais tempo para os pilotos da frente, pois para além da falta de ritmo, entre o Duster e o navegador, tenho todo um mundo novo para descobrir. Assim, acredito que a minha experiência nas dunas pode atenuar esses condicionalismos, mas com a consciência que, na areia do deserto, as coisas ou correm muito bem, ou estupidamente mal.”

 

Mas se “a falta de ritmo” é uma das maiores preocupações de Carlos Sousa, outra é a adaptação que vai ter de fazer ao Duster e à pilotagem de um carro equipado com motor a gasolina. Na realidade, depois de ter participado nas últimas cinco edições do Dakar ao volante de viaturas equipadas com motores a diesel, o piloto de Almada confessa que “nos primeiros dias, vou ter dificuldade em explorar todo o potencial do motor do Duster. Em relação a um a diesel, um bloco que tem menos binário nos baixos regimes e que obriga a uma pilotagem completamente diferente, com mais recurso à caixa de velocidades e a rotações mais elevadas.”

 

Um navegador que já venceu o Dakar

Para Carlos Sousa, a edição 2018 do Dakar também fica marcada pela estreia de um novo navegador: o francês Pascal Maimon, vencedor do Dakar 2002, ao lado do japonês Hiroshi Masuoka. “É uma das referências da modalidade na arte da navegação. O seu palmarés diz tudo sobre a sua experiência e competência. Também é um especialista em mecânica, pelo que a escolha não podia ser mais certa,” sublinha o piloto nacional.

 

O Duster Dakar

O Duster Dakar é equipado com o motor V8 VK56 da Aliança Renault-Nissan. Um bloco com 5.450cc de cilindrada, 390 cavalos de potência e 45 Kgm de torque. Na sequência da experiência acumulada desde 2013, o Duster Dakar apresenta-se à partida da edição 2018 com importantes desenvolvimentos técnicos na suspensão traseira, mas também na refrigeração do sistema de travões.

 

O português Carlos Sousa vai participar com a unidade com que Emiliano Spataro participou na edição 2017 do Dakar. Uma viatura com poucos quilómetros, uma vez que o argentino desistiu logo na terceira etapa, com problemas na suspensão traseira, na sequência da passagem num salto mais pronunciado.

 

O 18º Dakar de Carlos Sousa

O Dakar 2018 é também o 18º da carreira de Carlos Sousa. Com participações em quase metade das edições do mais duro e apaixonante rali do mundo, não raras vezes é apelidado de “Senhor Dakar”. Mas o português é muito mais do que um dos incontornáveis da lista de participantes. O palmarés confirma-o: em 17 participações, 11 presenças no top-10 da classificação geral e sete vitórias em etapas. Como melhor resultado, o quarto lugar conquistado na edição de 2003, a que se juntam dois quintos lugares (2001 e 2002), três sextos (2010, 2012 e 2013), três sétimos (2005, 2006 e 2007), um oitavo (2015) e um décimo em 1997. A estreia aconteceu em 1996.

 

Para Carlos Sousa, a 18ª participação no Dakar será marcada por uma dupla estreia: a entrada no Renault Duster Dakar Team e a companhia do francês Pascal Maimon, navegador que, em 2002, cometeu a proeza de vencer o Dakar, ao lado do japonês Hiroshi Masuoka.

 

O Dakar 2018

A 40ª edição do Rally Dakar terá lugar entre 6 e 20 de janeiro, percorrendo, pela 10ª vez consecutiva a América do Sul. Para comemorar uma edição épica, a organização da ASO (Amaury Sport Organisation) preparou uma prova que atravessará três países: Argentina, Bolívia e Peru (país a que regressa depois de uma ausência de cinco anos), ao longo de 14 etapas e 15 dias (um para descanso), num total de 8793 km, 4329 dos quais disputados ao cronómetro (para os autos).

 

Explorando setores desconhecidos, mas também propondo o tradicional e muito exigente desafio da condução na areia de deserto (sete etapas disputadas em dunas) e da condução em altitude, o Dakar 2018 promete ser dos mais seletivos dos últimos anos, iniciando-se no Peru (com seis etapas), atravessando a Bolívia (durante quatro etapas) e terminando na Argentina (com mais seis etapas).

 

A etapa de amanhã

Sábado, 6 de janeiro/1ª Etapa (Lima/Pisco) – 272 km (SS: 31 km)

 

Arrancando do Peru, o Dakar serve logo na etapa de abertura um dos seus “pratos fortes”: a areia. Com uma distância seletiva relativamente curta, será a primeira prova de fogo para os especialistas deste tipo de pista e o primeiro desafio para os restantes concorrentes. A descida, antes de chegar à margem de um lago, poderá fazer a diferença, devido à delicadeza de condução que exigirá.

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CARLOS SOUSA JÁ TESTOU O DUSTER PARA O DAKAR 2018!

O português Carlos Sousa já testou o Duster com que vai regressar ao Dakar. O “shakedown” organizado para o piloto de Almada realizou-se a pouco mais de uma centena de quilómetros da cidade de Buenos Aires. As primeiras impressões são bastante positivas, conforme explica Carlos Sousa: «O Duster está muito bem construído. Gostei do seu comportamento e do motor. A equipa é muito profissional e já se vive uma grande azáfama, pois estamos a duas semanas do início da prova.» O Dakar 2018 decorrerá entre os dias 6 e 20 de janeiro, com passagem pelo Perú, Bolívia e Argentina. O Duster de Carlos Sousa ostentará o número 315 nas portas.

 

O português Carlos Sousa estreou-se ao volante do Duster com que, no próximo dia 6 de janeiro, vai estar à partida da edição 2018 do Dakar. Um “shakedown” em que o piloto aproveitou para conhecer não apenas o Duster, mas também a equipa. “Como não houve a possibilidade de fazermos o teste mais cedo, optámos por fazer poucos quilómetros. Os pisos também tinham zonas com lama, devido à chuva que tem caído na região (a pouco mais de uma centena de quilómetros da cidade de Buenos Aires), pelo que, a duas semanas do início da prova, não quisemos arriscar», sublinha o piloto nacional.

 

Uma sessão que, apesar de tudo, serviu para Carlos Sousa confirmar as positivas impressões que tinha do Duster: «O Duster está muito bem construído. É um automóvel muito sólido. Gostei do seu comportamento e do motor. No entanto, admito que estranhei o regresso à condução de um carro equipado com motor a gasolina. Um motor que tem menos binário nos baixos regimes, obrigando a uma pilotagem completamente diferente, com mais recurso à caixa de velocidades e a rotações mais elevadas. Mas, se tudo correr bem, no final da terceira etapa, a adaptação está feita!» Recorde-se que, as cinco últimas participações de Carlos Sousa no Dakar, foram ao volante de viaturas a diesel.

 

Depois dos quilómetros efetuados ao volante do Duster, Carlos Sousa reitera a confiança de que «podemos sonhar com a conquista de um resultado final nos dez primeiros. Não vai ser nada fácil, tendo em conta a dureza da prova, bem como a quantidade e a qualidade dos inscritos, mas acredito nessa possibilidade. No entanto, as primeiras etapas não vão ser fáceis. O Dakar 2018 começa logo com as dunas do Perú, onde vou procurar readquirir o ritmo e adaptar-me ao Duster. Vai ser duro, mas o Duster parece preparado para enfrentar a dureza da prova. Na sequência do teste, só fiquei com a ideia que talvez esteja equipado com uma relação de caixa algo “curta”, o que poderá ser uma limitação nas etapas mais rápidas.»

 

Pelo sexto ano consecutivo, dois Duster inscritos pela Renault Sport Argentina (a gama Dacia é comercializada neste país sob a marca Renault) estarão à partida do mais exigente e apaixonante rali do mundo: o Dakar. Equipados com um motor V8 da Aliança Renault-Nissan, com 390 cavalos de potência, os Duster querem ser uma das surpresas da prova, beneficiando da experiência e da rapidez dos dois pilotos da equipa: o português Carlos Sousa e o argentino Emiliano Spataro. Apesar de ser desenvolvido pela filial argentina da marca, o projeto tem beneficiado do apoio e acompanhamento da “casa mãe” Renault Sport Racing, a divisão desportiva do Grupo Renault.

 

Para Carlos Sousa, a 18ª participação no Dakar será marcada por uma dupla estreia: a entrada no Renault Duster Dakar Team e a companhia do francês Pascal Maimon, navegador que, em 2002, cometeu a proeza de vencer o Dakar, ao lado do japonês Hiroshi Masuoka.

 

O Dakar 2018 decorrerá entre os dias 6 e 20 de janeiro, com passagem pelo Perú, Bolívia e Argentina. O Duster de Carlos Sousa ostentará o número 315 nas portas.

 

 


novo dacia duster 2018

NOVO DACIA DUSTER: MAIS DUSTER QUE NUNCA

O Novo Dacia Duster exibe um design exterior 100 % novo e um interior totalmente renovado. Uma aliança perfeita entre conforto e as capacidades todo o terreno de um verdadeiro SUV… sempre com o mesmo preço imbatível.

Com um design exterior completamente revisto, o Novo Duster exibe um estilo decisivamente robusto. O interior foi profundamente renovado e foi dada uma particular atenção à qualidade percebida. Dotado de novos sistemas de ajuda à condução e novos equipamentos, o Novo Duster revela-se um autêntico SUV, polivalente e confortável para o dia a dia. Devido à legislação que taxa as viaturas nas portagens nacionais, ainda não está definida a data de comercialização, mas o novo Dacia Duster vai ser vendido em Portugal e já com as alterações técnicas, que permitirão que seja taxado como Classe 1 com Via Verde.


Em breves palavras

• Design exterior totalmente renovado, moderno e robusto.
• Interior integralmente revisto, confortável e mais qualidade.
• Novos equipamentos.
• Novos sistemas de ajuda à condução para oferecer um conforto de utilização de topo «on e off road».
• Segurança reforçada.
• Experiência 4X4 melhorada e capacidades para ultrapassar qualquer obstáculo ao melhor nível do mercado.
• Preço imbatível.

 

Para mais informações, leia o comunicado completo

 


duster carlos sousa dakar

CARLOS SOUSA DE REGRESSO AO DAKAR COM UM DUSTER!

Com o número 315 nas portas do Duster, Carlos Sousa é uma das surpresas da edição 2018 do Dakar. Depois de dois anos afastado das competições, o português está de regresso ao mais duro rali do mundo, como um dos pilotos da equipa oficial Renault Duster Dakar Team. O almadense sonha com um resultado entre os dez primeiros, até em função do potencial revelado pelo Duster em edições anteriores, em que chegou a conquistar dois terceiros lugares em etapas. Vencedor do Dakar 2002 ao lado de Hiroshi Masuoka, o francês Pascal Maimon será o navegador de Carlos Sousa. O Dakar 2018 decorrerá entre os dias 6 e 20 de janeiro, com passagem pelo Perú, Bolívia e Argentina.

Fotografias em: https://www.flickr.com/photos/renaultportugal/albums/72157690263725275

O Duster Dakar em vídeo: https://youtu.be/cbLq3vL2we8

 

Leia o comunicado completo aqui

Comunicado Quem é Carlos Sousa  aqui

Comunicado O Duster Dakar  aqui

Comunicado Dakar: Desafio do limite!  aqui

Comunicado Pascal Maimon (navegador)  aqui

 


duster carlos sousa dakar

DUSTER É A “ARMA” DE CARLOS SOUSA PARA O REGRESSO AO DAKAR

O português Carlos Sousa está de regresso ao Dakar para pilotar um Duster. Integrado na equipa oficial da Renault Sport Argentina, o “Senhor” Dakar tem como objetivo um resultado final entre os dez primeiros da geral. É a estreia do piloto nacional com um Duster, modelo que, em anteriores edições, chegou a conquistar dois terceiros lugares em etapas. O Dakar 2018 decorrerá entre os dias 6 e 20 de janeiro, com passagem pelo Perú, Bolívia e Argentina.

 

Leia o comunicado completo aqui

 


dacia logan mcv stepway

NOVO DACIA LOGAN MCV STEPWAY: UMA PROPOSTA INIGUALÁVEL NO MERCADO!

Não há outra proposta no mercado! Uma carrinha com estilo “SUV”, com a maior habitabilidade e bagageira do segmento, um nível de equipamento surpreendente e um preço imbatível. Por 13.950€* nenhum outro automóvel oferece tanto por tão pouco às famílias, mesmo aquelas que privilegiam os fins-de-semana de evasão. Eis o novo Dacia Logan MCV Stepway, já disponível na Rede de Concessionários da marca!

 

Para mais informações, descarregue a informação de produto

 

*Preço em vigor à data do presente comunicado

 


dacia sandero

NOVOS DACIA SANDERO E SANDERO STEPWAY: UMA DUPLA ÚNICA NO MERCADO!

Os dois estão esteticamente mais modernos, têm ainda mais equipamentos, mas também melhores materiais no habitáculo. Agora a escolha é sua… Se prefere um compacto com a melhor relação prestações/preço do mercado, a opção natural é o novo Dacia Sandero. Mas se também privilegia uma imagem mais “radical” e o espírito de evasão, então a escolha óbvia é o novo Dacia Sandero Stepway. E se pensa que os novos argumentos implicam um inflacionamento dos preços engana-se. Independentemente da versão, os preços mantêm-se rigorosamente iguais. Ou seja, é possível adquirir o novo Dacia Sandero a partir de… 8.600€*. Uma proposta única no mercado!

Sabia que, em 2016, o Dacia Sandero foi o terceiro automóvel do segmento mais vendido a clientes particulares europeus? Uma década depois do lançamento da primeira geração, o modelo está consolidado como uma das grandes referências da categoria. As razões para este extraordinário sucesso comercial são fáceis de justificar: fiabilidade, robustez, habitabilidade, economia, sentido prático, preço verdadeiramente imbatível e, claro, evoluções operadas desde que chegou o mercado. A nova geração do Dacia Sandero é disso exemplo.

 

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* Preço em vigor à data do presente comunicado

  


DACIA DUSTER dCi 110 EDC: O CONFORTO E O PRAZER DE CONDUÇÃO DE UMA CAIXA AUTOMÁTICA!

DACIA DUSTER dCi 110 EDC: O CONFORTO E O PRAZER DE CONDUÇÃO DE UMA CAIXA AUTOMÁTICA!

O Dacia Duster não para de se modernizar. A caixa de velocidades de dupla embraiagem EDC é a mais recente novidade. Para além da reconhecida fiabilidade, robustez, economia, sentido prático, espírito aventureiro e preço verdadeiramente imbatível, o Dacia Duster passa também a oferecer o conforto de condução que só uma caixa de velocidades automática pode proporcionar. Disponível na versão 4x2, com o motor 1.5 dCi 110, o Dacia Duster dCi 110 EDC pode ser adquirido a partir de 20.650€*, mais 1.500€ que as versões equivalentes equipadas com caixa de velocidades manual.

O Dacia Duster é uma das maiores surpresas da história recente da indústria automóvel. Para além de ser o modelo do Grupo Renault mais vendido no mundo, é o segundo automóvel do segmento mais vendido a clientes particulares europeus. Um sucesso que se justifica pelas caraterísticas intrínsecas, pelas constantes evoluções de que tem sido alvo e porque se mantém como uma oferta única no mercado a um preço sem concorrência. A introdução da caixa de velocidades de dupla embraiagem EDC é o exemplo mais recente da contínua evolução do Duster. Uma opção que vai de encontro à tendência do mercado: hoje, um em cada cinco automóveis vendidos na Europa já só têm… dois pedais!

 

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* Preço em vigor à data do presente comunicado

  


NOVO DACIA LOGAN MCV STEPWAY: O MAIS RECENTE MEMBRO DA FAMÍLIA STEPWAY

NOVO DACIA LOGAN MCV STEPWAY: O MAIS RECENTE MEMBRO DA FAMÍLIA STEPWAY

Depois dos Sandero, Lodgy e Dokker, a família Stepway acolhe um quarto membro: o Logan MCV Stepway! Um modelo que permite à marca Dacia continuar a capitalizar sobre o enorme sucesso da família Stepway.

O look aventureiro do Logan MCV Stepway exprime-se através da altura ao solo – aumentada em 50 mm – mas também nas proteções na frente e na traseira, na grelha dianteira inspirada na do Duster, nas proteções laterais da carroçaria e no interior específico.

O Novo Logan MCV Stepway possui uma personalidade forte que se inspira nos códigos dos crossovers, à qual se adiciona um preço sem concorrência, dentro do espírito da marca Dacia.

O Logan MCV Stepway conserva todas as características que fazem o sucesso do Logan MCV:

- O vasto espaço interior com 5 verdadeiros lugares.

- O volume da bagageira de 573 litros, um dos maiores do mercado, todos os segmentos incluídos.

O Novo Logan MCV Stepway tem um design moderno, com uma nova assinatura luminosa, um novo ambiente interior, novas superfícies de arrumação e mais equipamento.

 

Leia o comunicado completo aqui

 


  

Carlos Sousa e o Duster na 2ª etapa do Dakar: Percalços naturais de uma especial à ‘Dakar’!

O português Carlos Sousa foi o 25º mais rápido da segunda etapa do Dakar. O resultado possível para o almadense, face aos cerca de três quartos de hora perdidos a mudar uma rótula da direção e ao sobreaquecimento do combustível do Duster nos últimos 100 quilómetros da especial. Menos má é a notícia que acabou de chegar: o piloto foi ‘apenas’ penalizado em 20 minutos e não em duas horas como, erradamente, a organização assim decidiu ao início desta madrugada em Portugal, por ter falhado um dos “waypoint” da etapa de abertura.

 

O dia de hoje começou com um forte sentimento a injustiça para Carlos Sousa: «Ontem à noite recebi a informação de que ia ser penalizado não em 20 minutos, mas sim em duas horas, por ter falhado um dos “waypoint” da especial de abertura. Uma tremenda injustiça porque, na realidade, o “waypoint” que falhei estava associado a uma penalização de 20 minutos e não de duas horas. Parece mentira, mas a verdade é que se trata de um erro da organização.» Um engano que acabou de ser assumido pela ASO, não comprometendo assim as aspirações do piloto do Duster.

 

Mas apesar de ainda ter partido para a segunda etapa com a informação da penalização de duas horas, o português começou «determinado em impor um bom ritmo, evitando as muitas armadilhas do percurso – impressionante o número de carros acidentados que vimos ao longo da especial.» O piloto do Duster rodava perto do top-20 quando «uma rótula de direção cedeu e fomos obrigados a substituí-la em pleno deserto. O Pascal (Pascal Maimon, o navegador) fez um excelente trabalho, mas perdemos cerca de três quartos de hora com a reparação.»

 

Quando retomou a prova, a dupla do Duster procurou efetuar a recuperação possível: «Ultrapassámos vários pilotos e gostei do comportamento do Duster. Nas zonas mais rápidas fomos penalizados pela ‘curta’ velocidade de ponta e, nos 100 quilómetros finais, perdemos tempo com as falhas da bomba de combustível, talvez devido a uma menor qualidade da gasolina. Mas a equipa está a analisar o problema, para que a situação não se volte a repetir.» Em resumo, Carlos Sousa considera que «foi uma verdadeira etapa de Dakar. Extensa, com deserto cheio de armadilhas e com muita navegação. Está a ser um Dakar fértil em percalços para todas as equipas, mas também se confirma que o nível competitivo é muito forte, tanto em qualidade, como em quantidade»

 

Quanto ao Duster, com os quilómetros que está a acumular, Carlos Sousa admite que «começo a ficar com uma ideia dos pormenores em que é possível melhorar, até para o adaptar ao meu estilo de condução. Mas para além de pequenos detalhes, o mais importante é mesmo conseguir montar uma caixa de velocidades com relações mais ‘longas’, para podermos ter mais velocidade de ponta.»

 

No seio do Duster Dakar Team, para além do 25º tempo da dupla Carlos Sousa/Pascal Maimon na segunda etapa, destaque para o 18º tempo de Emiliano Spataro. O argentino ocupa posição idêntica em termos de classificação geral, enquanto o português é o 29º da geral, já com a penalização de 20 minutos da etapa inaugural.

 

A etapa de amanhã

Segunda-feira, 8 de janeiro/3ª Etapa (Pisco/San Juan de Marcona) – 502 km (SS: 295 km)

 

É aqui que o Dakar deverá começar a “aquecer”. Os principais desafios do dia encontrar-se-ão fora de pista, num “chott”, mas também no coração dos “canyons”. Se para os mais experientes será apenas mais uma etapa, para os estreantes será um duro teste de nervos.

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